
Guillermo Habacuc Vargas foi convidado a participar, de novo, na Bienal Centroamericana. Para quem não se lembra Vargas foi o “artista” que amarrou um cão a uma parede e deixou-o morrer de fome e sede,como parte da exposição.
Para isso, basta assinar a petição aqui.
1 comentário:
Isto é um perfeito exemplo de razão para que a antiga questão do que é "arte" se ponha. Lembram-se daquela pergunta que se às vezes se ouve, se num incêndio salvava um quadro de Picasso ou um cão?
A meu ver, nenhuma arte, NENHUMA, vale mais do que a vida. A não ser que alguém se arrisque propositadamente e queira salvar a sua obra acima de tudo. Mas agora arriscar inocentes?! Sim, é um cão. Mas ele não pediu para estar ali, pediu? Um vida, qualquer vida tem valor. E lá por o cão estar a morrer numa galeria sob o nome dum artista não torna o acto mais desculpável. Vidas inocentes, não, senhores. Sejam como aquela actriz que se deixou esquartejar pelo público numa performance. Sejam corajosos. Deêm a vossa pele pela arte e não a dos outros!
E isto também se aplica às touradas. E a todas as outras formas de arte que se baseiam em matar seres por arte que a meu ver dessa maneira se torna fútil e despropositada.
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